revolta
e não me dá espaço
para me sentir, feliz
é um pesadelo constante
dum amargo de boca
que eu
nunca, nunca quis
de não saber
o território terreno
que ocupo
nesta vida solitária
que me deixa prostrado
só me dá insónias
deste viver, transtornado
E se o meu viver
é triste
se o meu esqueleto
me alerta
para me tratar
mentalmente
então
eu não serei jamais, um ser humano contente
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