PREMATURO há dias falou-se na TV que as crianças que nascem antes do tempo, trazem problemas graves devido ao pouco tempo que estiveram dentro do ventre da mãe e cada vez mais, os hospitais e médicos têm mais problemas com estes casos.
Porém, há sessenta e cinso anos nasceu na Amadora, num parto feito em casa uma criança de sexo masculino com seis meses e meio e com o peso de setecentos gramas. Era o meu irmão que veio com um quoficiente a cem por cento, em que a cama dele era uma almofada durante um ano, e foi o DR.Dario médico particular num consultório na AMADORA que o ajudou a dar-lhe mais vida, através de uma injeção dada no peito chamada VIDÉ.
O Dr. Quirino Rosa também médico no Centro da Amadora foi também um aliado á salvação desta criança.
Como não estava acabado a minha mãe vestia-o com maços de algodão e só depois lhe vestia a roupinha.~
Não tinha condições para mamar, e era através de gotas do peito que ele bebia leite com açorda quase líquida que o salvou.
Agora falarmos que os prematuros são problemas a haver, não sei o que era há sessenta e cinco anos.
Estes médicos já morreram mas na nossa família ficou registado os seus feitos.
domingo, 29 de setembro de 2013
terça-feira, 24 de setembro de 2013
A TODAS AS ALMAS QUE NÃO TÊM RUMO DE VIDA
Dizem os mais serenos mortais, que o sentimento, é o elemento propulsor de toda a raiz existencial..
Dizem que a paixão é a caraterística que melhor desnuda a alma e sublima a carne.
Temos então, o êxtase amoroso, o clímax desenfreado, e eliminando-se a causa, fica-se pelo consequente.
Muitas são as lágrimas que se entornam sobre as vasilhas do acaso, muitos são os cigarros que se apagam a meio no cinzeiro da depressão..
E por tudo isto, aqui fica a confissão esmerada de alguém que dobra a língua para entoar o hino
da condestação.
Mortais! Mortais!
Que simbologia mais oca a do amor.
Subo aos quartos da minha memória, nos quais desprezo a sensual cobardia de quem se oculpa mentalmente.
Sou frígida no que respeita á vida, a esse tropel de emoções que castra o sensível e castiga o insensato.
Não me conheço nem sei porque escrevo.
Abro as asas, cumpro a minha liberdade, desnudo-me perante ela.
Dizem que a paixão é a caraterística que melhor desnuda a alma e sublima a carne.
Temos então, o êxtase amoroso, o clímax desenfreado, e eliminando-se a causa, fica-se pelo consequente.
Muitas são as lágrimas que se entornam sobre as vasilhas do acaso, muitos são os cigarros que se apagam a meio no cinzeiro da depressão..
E por tudo isto, aqui fica a confissão esmerada de alguém que dobra a língua para entoar o hino
da condestação.
Mortais! Mortais!
Que simbologia mais oca a do amor.
Subo aos quartos da minha memória, nos quais desprezo a sensual cobardia de quem se oculpa mentalmente.
Sou frígida no que respeita á vida, a esse tropel de emoções que castra o sensível e castiga o insensato.
Não me conheço nem sei porque escrevo.
Abro as asas, cumpro a minha liberdade, desnudo-me perante ela.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
BATATA QUENTE QUEM A DESEJA
BATATA QUENTE QUEM A DESEJA todos os dias se ouvem lamúrias, todos os dias se ouvem desgraças, mas, há sempre uns, que se querem destacar, como acabar com a pobreza, diz um político, que se quer afirmar...
Só de gozo e de riso, é de quem quer acreditar, a pobreza cá e lá fora nunca acaba, porque houve sempre pobres e ricos.
Os pobres veem dos séculos dos séculos, e por mais que o País possa dar, nunca haverá ninguém que acabe com a pobreza.
Somos demais, e quem dá o emprego, senão forem a descendência desses os novos empresários serão poucos para continuar a jornada...
A vida foi sempre composta por:
pobrezinhos
remediados
ricos
a maioria eram remediados, mas a opolência de ter mais, contrairam dívidas e mais dívidas, uns
porque queriam carros onde só podiam andar de transportes, outros de belas casas em vez de alugadas.
As férias eram muitas delas no estrangeiro porque era chique e os cartões de crédito eram os paga tudo...........mas quem não pode estar á altura, tem que ter o seu lugar na sociedade com dignidade..
Meu pai tinha há dezenas de anos uma firma em que o pessoal remediado ía de camioneta para a praia e os outros íam trabalhar para tapar os buracos de dívidas....
Minha mãe era duma família de dinheiro e o meu pai era duma família remediada, cada um no seu lugar da sociedade e não podiamos reclamar.
Houve e haverá sempre pobres e ricos, e os mais pobres aí é que têm que ser ajudados......
Só de gozo e de riso, é de quem quer acreditar, a pobreza cá e lá fora nunca acaba, porque houve sempre pobres e ricos.
Os pobres veem dos séculos dos séculos, e por mais que o País possa dar, nunca haverá ninguém que acabe com a pobreza.
Somos demais, e quem dá o emprego, senão forem a descendência desses os novos empresários serão poucos para continuar a jornada...
A vida foi sempre composta por:
pobrezinhos
remediados
ricos
a maioria eram remediados, mas a opolência de ter mais, contrairam dívidas e mais dívidas, uns
porque queriam carros onde só podiam andar de transportes, outros de belas casas em vez de alugadas.
As férias eram muitas delas no estrangeiro porque era chique e os cartões de crédito eram os paga tudo...........mas quem não pode estar á altura, tem que ter o seu lugar na sociedade com dignidade..
Meu pai tinha há dezenas de anos uma firma em que o pessoal remediado ía de camioneta para a praia e os outros íam trabalhar para tapar os buracos de dívidas....
Minha mãe era duma família de dinheiro e o meu pai era duma família remediada, cada um no seu lugar da sociedade e não podiamos reclamar.
Houve e haverá sempre pobres e ricos, e os mais pobres aí é que têm que ser ajudados......
sábado, 7 de setembro de 2013
TODOS SOMOS CULPADOS DESTE PAÍS SOFREDOR
Falas por falar
de coisas, que não sabes
vais atrás, dos outros
como um bando, de aves
Os outros falam, mal
dum País, que não conhecem
porque no fundo das entranhas
há mistérios, que se estremece
Somos um País de oportunistas
que quando as coisas, são mais fáceis
vamos atrás dos outros
sem lavar, as vistas
Todos somos culpados, do declívio
da NAÇÃO
a consciência, não tem alívio
nesta nossa pressunção
de coisas, que não sabes
vais atrás, dos outros
como um bando, de aves
Os outros falam, mal
dum País, que não conhecem
porque no fundo das entranhas
há mistérios, que se estremece
Somos um País de oportunistas
que quando as coisas, são mais fáceis
vamos atrás dos outros
sem lavar, as vistas
Todos somos culpados, do declívio
da NAÇÃO
a consciência, não tem alívio
nesta nossa pressunção
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