eu danço, minhas loucuras
como se fora, um menino
a fazer, as suas diabruras
Tudo é meu, tudo é igual
meu pensamento, é livre
quero fugir do mal
pois a gente simples, assim vive
Nada tenho, nada quero
e a expressão de sentir
é uma forma profunda
de eu, estar sempre, a rir
E neste modo de vida
cuja demência, eu mim, desceu
quero fazer, continência
a tudo que o destino, me deu
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