sem ilusões, ou verdades
o ser humano, inspira
os restos, dum retrato
Quando vegeta, não vê
aquilo, que pode fazer
danos, ao semelhante
para seus frutos, obter
E sem vida própria
numa apetência, voraz
ele segue maus caminhos
naquilo, que é capaz
Pobre do ser, que veste
esta pele de indulgente
mascarando o seu rosto
como se fora gente