No baluarte da vida
cuja escalada
é perigosa
seguimos um caminho
uma via
nem sempre, preciosa
Esquecemos os momentos
que nos fazem
infelizes
apagando
lamentos
como se fôramos, petizes
Não conhecemos o destrinçar
entre o bem
e mal
a arte de amar
o bom nome
sem igual
Viajantes do tempo
sem doutrina
nem amor
corpos
vergados
que vegetam, entre a dor
E se a vida é apanágio
do ser humano
infeliz
desconheço
o plágio
quando se diz, DIZ
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