terça-feira, 5 de maio de 2015

SETENTA ANOS DE VIDA

6 DE MAIO DE 1945  ás dezanove horas resolvi vir fazer uma passagem pela terra, em que o meu nascimento, não foi com gritos de mãe, porque ela foi cobaia do parto sem dôr.
Hoje com setenta anos e olhando toda a minha vida terrena, vejo nas pessoas humanos, e não desconhecidos com que muitas pessoas são tratadas.
Minha mãe, ensinou-me a ser humana a olhar os outros com todo o respeito sejam brancos, amarelos e outros, ter amor para com o próximo e ajudar  naquilo que nos é possível.
Sei que muitas vezes ajudei pessoas que se faziam de coitadinhos e tinham mais do que aqueles que nada diziam.
Mas acho que tracei o meu perfil com entusiasmo e que nunca deixei que o meu travesseiro me criticasse.
Ter um nome a honrar é um doce que jamais poderá ser esquecido.

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