Á medida que caminhamos para o fim do caminho da vida , podem ser muitos ou poucos, anos, a maturidade vem ao nosso encontro, e tudo aquilo que julgávamos lindo, bom e apetitoso, começa a ter defeitos.
O nosso companheiro deixa de ter graça as piadas que diz,as palavras de quer posse e mando , ficam no vazio, sem serem apimentadas e o nosso pensamento começa a sonhar, sonhar, dentro dum invólucro de menina que sonha que um dia brincou ás casinhas, ás escondidas na escola, e por brincadeira corriamos atrás de quem tinha tranças.
Os rapazes malandrecos escreviam bilhetinhos que deixavam debaixo das carteiras da escola, e vaidosas, seguiamos nosso caminho, convencidas que erámos as melhores
Os tempos passaram, as brincadeiras no recreio se esfumaram e hoje depois de passados anos de juventude, temos apenas o descobrimento da maturidade que nos faz ver coisas que até aí, não tinham lugar. Fala-se muito da solidão mas eu continuo a oferecer-lhe o meu apoio, porque só ela nos fala daquilo que nos faz feliz.
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