Deixa que a tua alma chore, que desabafe no tempo, no passado e no presente, tudo quanto a desgasta...
Deixa que a tua alma grite, cheia de medo, de descontentamento, porque tudo quanto idealizou, esbarrou no tempo...
Deixa que o céu a abrace, na agonia duma vida inacabada, sem que os sonhos lhe fossem confidentes.
A alma chama o grito do ser humano, e depois clama, por um movimento mundano...
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