Rasgo uma folha, ditada na minha vida
no meu caderno, sem fim
nesta vida, precavida
Rasgo uma folha e choro
minha desdita, cadente
e a DEUS imploro, uma vida, mais decente
Pobre de mim, que sofro
as amarguras, da vida
este amor que sufoco, que me tornou, esquecida
E das folhas que eu rasgo
rasgo o meu coração, em pedaços
como seja um traço, no caminho, dos meus passos...
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