Quando a tarde caí, e tu não vens, recolho-me a medo, e tento rezar há Virgem, para que a SUA protecção seja imensa sobre ti, para que os teus caminhos sejam sólidos de amor e nobreza...
Quando a tarde caí, e tu não vens, quedo-me ao pensar que talvez a vida, te leve para longe de mim...
Quando a tarde caí, e tu não vens, deixo que as lágrimas silenciosas deslizam nas minhas faces, para que as minhas rugas, se deixem beijar pelas mesmas, porque se tu não vens, é porque o meu corpo envelhecido, já não tem o brilho, onde o teu olhar se refrescava...
E as tardes vão caindo, e o caminho cada vez, está mais deserto, porque tu não vens, e eu tenho que partir para terras distantes, e não mais voltar...
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