porque afinal, não és
és um boneco, sem vida
do mau carater, que és
Falas sempre, de mansinho
para que os outros, tenham pena
de ti
mas és um diabinho, no veneno, que há em ti
Tudo em ti, é podre
e inalas só, repugnância
ao fazeres mal, aos outros
e mostrares, rua, ignorância
Por isso passa, bem longe
da minha porta, benzida
antes quero ter um monge
que me tenha sempre, protegida
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