nada tínhamos
sem que o outro
visse
Como um nó
interlaçado
nossos corações
sonhavam
A primavera
sorria, sempre
e o nosso olhar, perdia-se
como uma semente
Depois, muito depois
após um Verão, quente
nossos corpos, adoeceram
e o amor, ficou, ausente
Qual o porquê
desta brecha, que tanto fere
eu, fui sempre tua
não, uma qualquer
E neste Inverno que entrei
sem que o meu corpo, aquecesse
eu, que sempre te amei
faço a DEUS, uma prece
para que venhas, pois eu estou, á tua espera, até ao fim dos meus dias!
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