Por mais que o ser humano, comande
se o destino lhe for, atroz
nada o pode salvar
nem que seja, os avós
Todo o percurso é adverso
quando o caminho, é saltitante
não há escolha
como diz, o verso
É ter sobre a cabeça
uma sentença a cumprir
e por mais que ele, peça
não há ninguém, a acudir
É numa acutilância, desmedida
que o ego faz girar, o absurdo
numa emoção contida
nada se houve, fica-se surdo
E o ser humano, caminha, caminha
de mãos atadas
porque o destino é padrasto
e não soluções, dadas
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