Quando o silêncio, mora
dentro do coração
o ser humano, chora
por um pouco de perdão
Não tem vida, vegeta
sem nunca abrir a mão
a quem, o pode ajudar
vive sempre, em solidão
O amor não lhe convém
para não dar aos outros
aquilo, que lhe sabe bem
e que vai, comendo, aos poucos
Tudo nele é evasivo
nunca se sabe o que quer
seu coração, tem um adesivo
para não chegar, a uma mulher
Pobre dele, rua fora
seu destino problemático
manda todos embora
com o poder, do diplomático
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