O vento revolta a noite
quando se, quer, deitar
e a chuva, vem afoite
para com ele, namorar
O vento não tem norte
quando abre, seu coração
persegue a sua sorte
debaixo, duma paixão
O vento sopra, baixinho
com medo, do trovão
parece um passarinho
a viver, uma ilusão
Pobre do vento, tenho pena
quando ele começa, a chorar
as mágoas da sua vida
por nunca, poder casar
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