terça-feira, 15 de setembro de 2015

OS PORQUÊS DA VIDA



Tantos porquês, sem sentido
tantas angustias, ignoradas
o ser humano, sofre
como se tratasse, de namoradas

Ideais, mais ideias
o povo pensa ter
mas por entre os murais
nada consegue, saber

Todos vendem o seu peixe
de mil cores enfeitado
mas o cabaz dos sonhos
é um trevo, amaldiçoado

Não queiras enterrar a cabeça
num areal de praia
o pesadelo é constante
e o Sol namora uma bela catraia

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