Percorres os caminhos solitários
da vida, que DEUS te deu
sem destino
á procura de algo, imaginário
e que só te provoca
desatino
Andas de mão em mão
sem que o teu coração
pare
de viver, em desorientação
para que a tua ferida
sare
E nesta constante procura
nem sempre ordenada
do saber
tu vives, numa encruzilhada
e a vida não é vivida
para morrer
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