Quem nunca teve, sede de amor
fatrenal ou amoroso
não sabe, qual a verdade
dum destino, ditoso
Quem nunca deu a mão
a quem lhe pede, auxílio
fechou seu coração
e a sua vida é um exílio
Quem nunca sorriu
para alguém pobre e desprotegido
decerto nunca, sentiu
a aragem fria, do estio
Quem nunca apertou nos braços
um pequenino, ser
nunca olhou seus passos
e ver a vida, acontecer
Por isso meu amigo
dá volta há tua vida
somos gente para a gente
pois tua vida, vive esquecida
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