Sem eira nem beira
corro as ruas, de Lisboa
a visitar o Tejo
e os pregões, desta Lisboa
Falo com as varinas
com os pedintes, da igreja
gracejo com as meninas
faço a muitos, muita inveja
E vou palmilhando
para cortar caminho
esta Lisboa, amando
com muito, muito carinho
Porque Lisboa, é uma senhora
que anda sempre vestida
a sua voz entôa
um fado, de despedida
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