Venho de onde e para onde
cujo destino, não sei
nas naus agrestes, da vida
o lado bom, eu dei
Caminho meio trôpego
das leis da vida, que não aceito
em livros, não pego
sobre os jornais, eu me deito
Vivo a vida como quero
vestido, só de farrapos
eu, a ninguém, venero
sou um monte, só de trapos
E quando descer á terra fria
faço dela, minha cama
fujo da burguesia
porque eu nasci, na lama
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