HÁ medida que estamos a arrumar o País, pois não dinheiro para tudo, descobrimos que há actividades cuja gestão é mais que negra, nublosa por quem a chefiou ao longo dos anos, sempre enchendo os bolsos, tirando aos demais...
Afinal, quando olhamos aqueles que gozam de estatuto de rico, temos que pensar se estamos a olhar para uma pessoa honesta ou devassa..
Em tudo que o governo mexe, há sempre surpresas, e actualmente as fundações são berço de riqueza há conta do povo.
Isto faz lembrar um doente que vai ao médico com uma dor de cabeça e afinal está mais podre do que aquilo que se podia pensar...
Tive um professor de economia que dizia, que a economia nem sempre tem jeito de nobreza, pois tudo mais, fazem stock por baixo da mesa.
Em todo este lavar de cestos, a honestidade anda doente, porque não tem força para combater, quem tem por lema a desonestidade.
Nas grandes festas aparecem brilhando quando são mais pobres do que os pobres que são honestos.
Estudei num colégio particular, que quando um aluno se portava mal, o director o expulsava da escola, quer ele fosse filho de pobre ou de rico, dizia ele, que as regras eran iguais para todos, o que não acontece neste País que se chama PORTUGAL sem destino.
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