que me põe, muito gorda
és o meu farnel
de agora, até há boda...
Quero-te com ansiedade
nos teus braços, meu regalo
vamos viver a mocidade
ate ao cantar, do galo...
És a minha cotovia
que canta, sem parar
até há luz do dia
eu quero, só bailar...
E no dia do casamento
mil foguetes quero ter
esquecer o meu tormento
de um filho, não poder ter.
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