Deixa que o vento grite
a sua paixão ao tempo
para que o amor, se agiste
e desfaça, meu lamento...
Deixa que a chuva, moleste
meu corpo, já tão cansado
no beijo, que não deste
perdido, enamorado
Pobre de mim, sou vagabundo
do tempo, da vida, do destino
um pobre oriundo
que vive, em desatino..
Já não tenho, jeito
para amar e desejar
e vivo contrafeito
por nunca, te poder amar...
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