És a sombra dum desejo, dum amor que não tem
fim
na ternura dum beijo
que pedes sempre, a mim...
És a alvorada que adormecida
se agita
na lentidão
como um laço ou guita, que está, na minha mão...
Há ó tempo de formosura
que já não volta, para traz
sou a tua doçura
mas deixei, de ser capaz....
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