A lareira crepita no fogo fugaz
do teu coração
não há ninguém, que grita
vem, dá-me a tua mão....
A lareira se agita, no queimar
lento, em combustão
e chama o vento
vem, dá-me a tua mão....
E o teu coração
é a minha lareira
e quero-te amar
desta maneira....
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